Iticlub de Leitura: Hoje É o Último Dia do Resto da Sua Vida

Nste sábado, 31 de março, vai rolar o primeiro Iticlub de leitura aqui na loja. A conversa vai ser sobre o incrível Hoje é o último dia do resto da sua vida, da Ulli Lust e quem vai tocar o papo é a dupla do Kitinete HQ, Liber Paz e Rodrigo Scama.

O livro se passa na década de 1980 e conta a história de duas garotas de Viena que só queriam se divertir, partem em uma road trip até a Itália enquanto elas tentam sobreviver a pouca grana e ao machismo.

Então, as 15h chega aí pra trocar uma ideia sobre essa obra massa.

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Entrevista com Clayton Junior

Sábado, 17 de março, 16h, receberemos Clayton Junior para o lançamento de seu livro mais recente, Selvagem. Pra dar um grau no lançamento, Mitie conversou com o autor, acompanhe:

Primeiro de Curitiba para SP e depois foi pra Londres, onde está até hoje. O que te motivou a mudar de cidade?
O que me fez ir pra lá foi uma bolsa de estudos de mestrado em Ilustração na Camberwell College of Arts. Eu passei dois anos me inscrevendo em bolsas pra todo canto do mundo – Japão, Itália, Holanda, Tailândia, Islândia, Índia – e acabou rolando em Londres, onde eu menos imaginava que eu iria acabar rolando, por causa da concorrência. Daí acabei ficando por lá (longa história).

Viver há mais de 10 anos na Europa facilitou sua carreira como artista gráfico e quadrinista?
Facilita o fato de que na Europa – e aqui eu incluo o Reino Unido – tem uma comunidade criativa forte, e as distâncias entre as cidades lá são relativamente curtas, o que ajuda na troca de ideias, de experiências cara a cara.
Eu tive a oportunidade de rodar bastante por lá, e criar uns laços legais com o pessoal nessa área. Por exemplo, fui varias pro festival Bilbolbul de quadrinhos em Bolonha, conheci muita gente inspiradora, fiz vários amigos, publiquei em antologias. A relação direta com a cena italiana me deu muita energia pra continuar fazendo quadrinhos.

Lembro do seu trabalho na coletânea Bang Bang (Devir, 2005) e depois acompanhei seus trampos, pela internet, mais ligados à ilustração. Veio pra Curitiba em 2011 e fizemos o lançamento de Temporama, HQ sem texto, que saiu pela editora inglesa Nobrow, na itiban, apresentou alguns exemplares de outras participações em revistas gringas (tipo a Graphic Cosmogony, da Nobrow) e na última visita à cidade natal fizemos o lançamento do livro escrito pelo Alessandro Andreola, Música do Dia, que tem suas ilustrações. Nessa mesma ocasião, nos apresentou seus livros infantis: Alone Together e Free the Lines. além disso, ainda produziu com um cientista(!) uma webcomic, a Brain Trippers. Agora, 2018, novamente retorna à casinha para lançar Selvagem (Sesi-SP), que saiu primeiro na França com o título Ma Vie de Loup, pela ed. Sarbacane. Você consegue olhar para isso tudo e detectar as mudanças no seu traço, no seu processo de criação? Acredita que tenha definido um traço só seu?
Na ilustração, eu sempre tentei seguir um estilo mais ou menos constante, meio por ser meu ganha-pão e também por que a maioria dos clientes não gostam muito de serem surpreendidos com experimentações .
Já nos quadrinhos, pra mim é o oposto: sempre fiz questão de experimentar, fazer alguma coisa que eu não tinha feito antes. Creio que eu fizesse quadrinhos com mais frequência, iria aparecer um traço mais definido. Mas do jeito que foi, cada trabalho saiu meio que um polaco de cada colônia (rs).

Com Ma Vie de Loup você participou do Festival do Livro de Saint Étienne e do festival BD Colomiers. Como foi a recepção do seu trabalho pelo público?
Foi uma surpresa. Em Saint Étienne eu descobri que o meu público não era adulto: eu fiz parte do pavilhão infanto-juvenil e a maioria dos leitores tinham entre 9 e 12 anos. Descobri também que as crianças francesas leem muito e de tudo um pouco. Claro que vários adultos compraram o livro também. Lá eles são muito familiarizados com a linguagem dos quadrinhos e a maioria sacou logo de cara que a história têm vários níveis de compreensão. A França é o sonho do quadrinista (rs).

Seus dois livros infantis (Alone Together e Free the Lines) lançados anteriormente na Inglaterra te influenciaram de alguma maneira?
Na verdade, não… Eu criei eles de outro jeito, focando mais no design das páginas e nos jogos de palavras. Eles têm mais a ver com o meu trabalho de ilustração, que é mais sintético. E quando eu comecei a fazer os livros infantis eu já estava finalizando a HQ.

Quanto tempo levou para finalizar Selvagem e qual foi o gatilho pra desenvolver a história?
O gatilho foi um artigo de jornal que li em 2011, sobre filhotes de cachorro que são colocados pra crescer com ovelhas pra se tornarem cães de guarda mais eficientes. Falava também dos lobos que, por conta do desaparecimento de seu habitat natural, estavam começando a aparecer em cidades no nordeste da Espanha. Na época eu estava lendo umas coisas como o How To Look at Animals, do John Berger, Deception, do filósofo Zyiad Marar, basicamente ensaios sobre comportamento. Eu fiquei com essa história na cabeça por mais de um ano. Numa noite de insônia, em um determinado momento, tudo fez sentido e a história surgiu meio que inteira, saiu numa tacada só.

Pra finalizar o livro levou mais ou menos 3 anos: um ano pra elaborar o roteiro e fazer um layout basicão da coisa toda. Daí um ano desenvolvendo o desenho, desenhando e redesenhando as páginas, e mais um ano fazendo as páginas finais.
Depois, levou mais uns quatro meses pra eu e o Marcus Penna colorirmos no computador, eu em Londres e ele em São Paulo.
Eu trouxe o sketchbook do livro pra mostrar na Itiban um pouco do processo.

Como foi apresentar e negociar Selvagem com as editoras Sarbacena e com o Sesi-SP? Vai ser lançada em outros países?
Eu mostrei a história pros editores só depois de pronta, quando eu estava começando a colorir. Mandei por e-mail uma sinopse e link pra um PDF para as minhas editoras favoritas em Londres, nos EUA, na França e no Brasil. A Sarbacane foi a primeira a me fazer uma proposta. Uns seis meses depois a SESI-SP topou fazer a edição daqui. Tem uma conversa sobre sair nos Estados Unidos, mas não tem nada fechado.

Houve alguma alteração na HQ depois de apresentada para essas editoras?
Sim, eu mexi em umas seis páginas em que aparecem o grupo de três lobos, pois o pessoal da Sarbacane achou que eles estavam muito parecidos, difíceis de distinguir. Eu fiz a alteração a contragosto, porque na aguentava mais trabalhar na história. Mas eles tinham razão, ficou muito melhor. E eles insistiram também muito na capa, aumentar isso, diminuir aquilo. De novo, fiz resmungando, mas o fato é que eles sabiam muito bem do que estavam falando, tudo fez sentido no final.
Ah, e as onomatopeias: a ovelha em inglês fala ‘Bea’, enquanto em francês fala ‘Bêê’, e em português, ‘Béé’. E assim pra uns outros sons também. Mas isso foi fácil e divertido de mudar.

O que está fazendo agora, quais os seus planos para o futuro….
De quadrinhos, eu estou terminando essa webcomic que falou, a Brain Trippers, pro European Research Council, um projeto que começou em março do ano passado e agora está nos últimos capítulos.
Pro futuro, comecei a esboçar umas ideias pra um próximo livro, mas nem adianta falar muito porque tá muito no começo. Mas vai ser meio autobiográfico. Uma comédia (rs).

No Brasil vemos uma movimentação maior no caminho do faço você mesmo. Muita gente se autopublicando ou mesmo se jogando como editor e criando seu próprio selo. Como vê essa movimentação? Tem vontade de experimentar esse caminho independente?

Eu fico super empolgado em ver que os selos e publicações independentes no Brasil estão cada vez melhores em todos os sentidos. E não descarto a possibilidade de fazer algo independente no futuro. Provavelmente, não faria nada no esquema “bloco do eu sozinho”, mas em parceria com o pessoal independente que já está no movimento. A colaboração dá força pros projetos, agiliza todos os lados, e dá bastante satisfação também. E acho que tem que se dividir as tarefas, porque fazer quadrinhos é legal, mas pra mim já dá trabalho pra cacete!

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Lançamento de Selvagem de Clayton Junior

No próximo sábado, aqui na Itiban, vamos receber Clayton Junior para bate-papo e autógrafos. O artista lança seu mais novo trabalho, Selvagem (Sesi, 2018). Veja a sinopse do livro:

Silver é um jovem cão de guarda que se encontra em uma crise de identidade. Um encontro com um grupo de lobos errantes o fará embarcar em uma inusitada aventura de auto conhecimento. Contada no ponto de vista dos animais, Selvagem é uma história para todas as idades que oferece diversos níveis de leitura. Inspirada na problemática relação do homem com o resto da natureza, Selvagem explora de maneira divertida o conflito entre instinto selvagem e a domesticação.

Confirme sua presença pelo Facebook.

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Entrevista com o editor da Pé-De-Cabra

Sábado próximo (dia 10) vai rolar lançamento da revista Pé-De-Cabra aqui na Itiban (MAIS INFORMAÇÕES AQUI). Aproveitando o movimento, a Mitie conversou com o Carlos Panhoca, editor da revista.

Panhoca tem 28 anos, morou em um monte de cidades do Brasil e se estabeleceu em Curitiba há 6 anos. Teve seu primeiro trabalho publicado na revista Prego (e seu segundo foi selecionado por ele mesmo pra estreia da sua própria revista). No final de 2017 teve a ideia de criar uma revista de quadrinhos e afins e meteu o pé, a mão e o pescoço na massa. Abriu um chamamento no Facebook pra galera enviar seus trampos, sem dar um tema específico, só tinha que ser uma forma de manifesto contra toda e qualquer forma de poder, moral e bons costumes.
Depois da difícil tarefa de selecionar o material vindo de todos os cantos do planeta, ele chegou a 53 artistas entre novos talentos e velhos conhecidos do meio, em quase 100 páginas cheias de orgias visuais e humor apocalíptico.
É sua primeira experiência como editor.

Segue o papo:

Panhos, por que resolveu fazer uma revista?
Cara, acho que foi uma coisa que veio nascendo há um tempão em mim. Meu tio me deu muita revista dos anos 80 por que minha tia botou elas pra fora do apartamento. Animal, Udigrudi, Circo… O rolê todo. Aí eu tive contato com o quadrinho nacional, principalmente nos últimos 10 anos. Da Gibicon que o [Diego] Gerlach ficou hospedado em casa pra cá, eu tive um aprofundamento muito grande na HQ independente nacional e eu fui ficando chato em tudo que eu lia. Eu reclamo de quase tudo. As HQs coletivas sempre foram as minhas prediletas. Gibi Gibi, Samba, Prego, A Zica. Aí eu fui vendo eles morrendo e demorando cada vez mais pra sair. Quando rolou o lançamento da Prego #7 em Curitiba que o Alex disse que ia pra Portugal, eu notei que existia um vácuo e que muita galera ficou meio bolada com esse possível hiato. Talvez o nascimento seja aí; talvez seja com o Gerlach ficando em casa e me mostrando muito artista; talvez seja uma vez que falei bêbado com o Chico Félix. Vai saber.

Panhocudo, quais as dificuldades que rolaram durante o processo? Quem está por trás de tudo isso? Não vi nenhum agradecimento ou dedicatória …
Quem tá por trás é claramente o papai do chão! Se tivesse que rolar uma dedicatória eu deixava pra todo padre de colégio que eu estudei que me levou pro satanismo, mas ia ser um espaço que eu ia perder para publicar um artista a mais. Foi um processo de maldade. É um lance de aprofundar muito a separação da revista do círculo de amizades. Teve muito amigo meu que ficou puto porque mandou trabalho e não foi selecionado e ao mesmo tempo tem história do Victor Bello, que ninguém nunca viu e não tem nenhuma foto dele. Até onde a gente sabe, ele pode ser o Marcatti desenhando com a mão esquerda. E aí fica esse lance de “eu te empresto cincão toda semana pra você tomar cachaça e você não publica uma história minha”. Porra, é foda. Chegou mais de 200 trabalhos. São um pouco mais de 50 na revista. Tem de ser meio sangue de barata pra fazer uma seleção. Ao mesmo tempo teve muito trabalho fodido de bom que eu tive de deixar de fora por que achei que contrastava demais com todo o resto. No fundo, é meio que um esforço enorme pra encontrar uma unidade através de tudo que você gosta, passando por um filtro do que você curte.

Como foi o processo de seleção?
Foi foda. O primeiro trabalho que chegou foi racista. Eu me senti um lixo e reli várias vezes o que escrevi na convocatória. Depois foi chegando mais coisas de gente que eu botei muita fé e fiquei mais tranquilo. Até uma semana antes do prazo, eu tinha uma revista totalmente diferente. Dos 200 e poucos trabalhos que chegaram, mais de 70 chegaram no último dia. É muito difícil mesmo separar amizade de trabalhos que você gosta. Além disso, teve um rolê de ética. Você tem de separar o quanto você se apega às regras que você mesmo criou. Se você ler as regras da convocatória você vai ver que o mínimo é de meia página e mesmo assim o Pietro saiu com uma tira. Eu curto isso. As regras tão ali, o que eu espero é anarquia. Caio Gomez e Allan Sieber mandaram colorido. Teve gente fora de formato. Foda-se, eu me viro depois. Qualidade muito acima da lei.

Panhocão, tem uma galera mais famosona e uma galera mais nova nas páginas da Pé. Muita gente ficou de fora e/ou não entregou material no prazo (cite nomes)? Já tem material pra número 2? Já tão pagando pra entrar na número 2?
Teve muita gente nova que me surpreendeu MESMO. O Yuri era professor substituto do meu curso de alemão. O Falleiros eu conheci numa dark room. Teve três que entregaram depois do prazo, mas eu me recuso a falar o nome do Pablo Carranza, porque eu não sou X9. Teve gente que foi selecionado pra revista e depois não respondeu os emails pra mandar o PRÓPRIO NOME pra sair na revista. Aí acabou sendo cortado. Tem muito material foda que eu deixei de fora porque contrastava demais. A segunda edição eu pretendo fazer temática pra sofrer menos nesse processo. Se todo mundo manda tosqueira e você manda uma parada foda e reflexiva sobre algo sério, não significa que teu trabalho é pior. Como editor eu acabo ficando meio preso a analisar o conjunto de tudo pra não fazer uma colcha de retalhos. Eu tenho de fazer uma parada massa de se ler. O que não me impede de, como leitor, eu gostar do Lobo Ramirez e da Aline Zouvi. O lance de editor é bem mais além do que o que gosto.

Afinal, o que vc prometeu pra todos esses artistas além de muitos dinheiros?
Cada um deles ganha uma noite numa pousada minha no Caribe. Menos o Yago, que ganha um Torcida sabor Cebola. Além disso, eu prometi três revistas pra cada um, mas é só pra quando a polícia bater na porta deles eu não me sentir solitário em Piraquara. Pelo menos tatuador bom não falta.

Você acha que fazer a Pé-De-Cabra muda alguma coisa no mundo?
Depende. Acho que é sempre bom ter mais gente na correria. Eu sou um grande fã de correria. Desde a galera que abre o bar de forró, até a galera que faz algo que me identifico 10000%. Eu gosto de gente tentando fazer o rolê acontecer. Não acho que ninguém vai renunciar à presidência, ou que alguém vai matar o Alckmin, mas se alguém puder armar o Rafa Campos, eu agradeço. Além disso, eu acho que a galera de Curitiba é muito fragmentada. Numa escala menor, eu acho que conheci e aproximei muitos círculos que eram meio fechados. Sei lá, o Caldas, Mário, Chico, Pietro e o Theo todo mundo meio conhece. O Yuri, Ste, Marafigo, Samy…tanta gente que é foda e não se comunica com o resto. Tem muita gente foda. Espero ter conseguido juntar mais a rapeize. Sei lá.

Fale sobre suas influências para ter se tornado o Panhoca mais massa do universo.(Além daquela porra de dollynho).
Tem um Panhoca num reality show de churrasco. É um sobrenome desgraçado. Eu queria que meu pai tivesse me passado o Callegari do sobrenome dele. Acho que tem uns panhocas melhores por aí….
Acho que minhas influências vão desde revista Animal até “como nunca perder no jogo da velha” no YouTube. No final vou deixar de destacar as revistas que admiro muito: Gibi Gibi, Prego, Samba, Kowaslki, A Zica, Café Espacial, Kus, Stripburger. Tem tanta coisa… Eu sou um fã de correria.

Você tem ideia quem serão seus leitores?
Ainda não, mas espero que a gente não divida uma cela no futuro. Deve ser foda ver o cara avançar num papo “Seu canalha, você fodeu com minha vida”. Eu me defendo meio mal. Já fui esfaqueado duas vezes.

Pra quem você enviaria, de boa, a Pé-De-Cabra pelo correio com antrax ?
Com antrax, pro Temer ou qualquer um da galera do PSDB. De boa, eu queria mandar pra galera da Escória Comix. Acho que o Lobo cheiraria Antrax e faria um gibi fodão. Tem gente que parece imune demais ao mal. Acho que essa galera que escolhe o lado podre da parada, consegue absorver esse tipo de energia. Porra, você não consegue imaginar o [Luiz] Berger ou o Victor Valença sendo intoxicado.

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Lançamento da revista Pé-de-Cabra na Itiban

Sábado, dia 10,  partir das 16h, vai acontecer o lançamento da revista Pé-de-Cabra aqui na loja, com direito à bate-papo com o editor Carlos Panhoca e três dos autores da revista (Pietro Luigi, Chico Félix e Diego Gerlach). Além disso, também vai rolar vendas da Noviça, marca de roupas de Curitiba.

Para mais informações do evento, confirme a presença no Facebook.

Já aqui você tem mais informações sobre a revista e vê algumas das artes internas.

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Iticlub de leitura de quadrinhos na Itiban

Olha só: a Itiban e o Kitinete HQ, em parceria, vão fazer um clube de leitura de quadrinhos: o Iticlub.

A ideia é reunir leitores para trocar suas experiências de leituras. Vai ser massa.

O primeiro encontro é dia 31 de março, 15h, mas já tá rolando a escolha do primeiro livro que vai ser lido.

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Entre NESTE LINK e vote no seu favorito: O Melhor Que Podíamos Fazer (Nemo), de Thi Bui; Sem Dó (todavia), de Luli Penna; e Hoje É o Último Dia do Resto da Sua Vida (Wmf Martins Fontes), de Ulli Lust.

O título escolhido terá 20% de desconto durante todo o mês de março na Itiban.

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Lançamento de Pongo e Solitude na Itiban

Ano tá no fim, mas ainda dá tempo de mais um lançamento na Itiban.

Sábado, dia 23 de dezembro, Gillian Rosa (Pongo: Rindo mas não deveria) e Jaja Félix (Solitude – Singular) vão estar na Itiban pra lançamento de seus livros e autógrafos, além de bate-papo mediado pelo professor e quadrinista Liber Paz.

O evento começa 16h e é só chegar chegando aqui na loja – Av. Silva Jardim, 845.

Pongo: Rindo, mas não deveria é uma coletânea das tiras publicadas por Gillian Rosa em sua página Pongo Comics. E Solitude – Singular é um zine impresso pela Selva Press que coleta material que Jaja Félix fez para a internet.

Vem pra cá!

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