Desenhe errado com Rafael Sica na Itiban

O quadrinista Rafael Sica vai dar oficina na Itiban neste domingo. Aqui você acessa o evento no Facebook. Vale lembrar que sábado tem lançamento de Fachadas, do Sica, e de Poema bom pra cassete, de Guilherme Caldas

Mais informações logo abaixo:

DESENHE ERRADO
20 vagas (a partir de 16 anos)
Carga horária: 3 horas corridas (16h-19h)
Inscrição antecipada na Itiban Comic Shop, por email: mitietaketani@gmail.com / (41) 3232-5367 
Investimento: R$100,00 .
***Os 10 primeiros inscritos ganham o livro FACHADAS- Lote 42

Cronograma:

1. Introdução
-Apresentação do professor e alunos.
-Breve introdução sobre a linguagem do desenho errado

2. Execução
Criação de desenhos individuais e coletivos

3. Conclusão
Análise do material criado em sala

Material:

Ausência de borracha, régua serrilhada, pincel escabelado, lápis e canetas para os alunos, mesas e cadeiras sem pernas.

Metodologia:

A Oficina/Bate-papo aborda o erro como caminho para buscar um desenho mais intuitivo e livre de técnicas acadêmicas. Centrando os exercícios no acaso do traço individual e particular de cada aluno, mesmo que este não tenha o hábito de desenhar. 

Sobre o professor:

Rafael Sica nasceu na cidade de Pelotas (rs), em 1979. Considerado um dos mais importantes autores de sua geração, Rafael venceu por duas vezes o Prêmio hq Mix, nas categorias Novo Talento (2005) e Web Quadrinhos (2009), por seus Quadrinhos Ordinários publicados na internet. Ilustrou o conto “João Sortudo” para a coletânea Irmãos Grimm em quadrinhos (Desiderata, 2007), e publicou uma seleção de 115 de seus Quadrinhos Ordinários na antologia Ordinário (Cia das Letras, 2011). Em 2009, montou com treze de seus desenhos a lápis a exposição “Cinza-Choque” no Museu do Trabalho, em Porto Alegre. Em 2012 expôs na mostra coletiva “Lista”, na Galeria Logo em São Paulo. Em 2013, participou do Consórcio de Gravuras do Museu do Trabalho com uma gravura em litografia. Publicou o álbum Tobogã (Narval, 2013) pelo selo da coleção 1000. No ano de 2014 publicou Novela (BebelBooks) e FIM – Fácil e Ilustrado Manifesto (Beleléu). Recentemente expôs a individual O Ordinário Rafael Sica no Ateliêr Jabutipê, em Porto Alegre, e na Casa Paralela em Pelotas. 
Sica, participou como expositor e foi integrante da organização das quatro edições já realizadas da Parada Gráfica, feira de publicações independentes promovida anualmente pelo Museu do Trabalho, em Porto Alegre.

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Rafael Sica na Itiban: autógrafos+curso

Neste sábado, dia 8 de abril, 16h, a Itiban recebe Rafael Sica para lançamento de seu livro Fachadas (Lote 42, 2017). Vai ter bate-papo com o público e autógrafos. MAS NÃO É SÓ ISSO! No domingo tem curso com o Sica na Itiban. Siiiiimmm!

A oficina de desenho Desenhe Errado rola das 16h-19h, na própria Itiban no dia 9 de abril. O investimento é de R$ 100 (os 10 primeiros inscritos ainda levam o Fachadas).

Confira o release abaixo:

O artista gaúcho Rafael Sica chega a Curitiba para lançar o livro Fachadas, publicado pela Lote 42.

A obra tem formato sanfonado e, ao ser aberto, parece uma grande rua. Sem texto e com traço detalhista, os desenhos apresentam diferentes cenas em que frentes de imóveis de uma cidade indefinida são as personagens. 

No sábado, haverá um bate-papo com o autor e uma sessão de autógrafos. 

Já no domingo, Sica fará a oficina Desenhe Errado, que aborda o erro como caminho para buscar um desenho mais intuitivo e livre de técnicas acadêmicas, centrando os exercícios no acaso do traço individual e particular de cada aluno, mesmo que este não tenha o hábito de desenhar.

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>>> Bate-papo e lançamento
sábado, 8 de abril, das 16h às 20h

>>> Oficina Desenhe Errado
domingo, 9 de abril, das 16h às 19h
investimento R$ 100
atenção: os 10 primeiros inscritos ganham uma cópia do livro Fachadas!
inscrições: (41) 3232-5367 ou mitietaketani@gmail.com

Itiban Comic Shop – Av Silva Jardim, 845 – Rebouças

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É amanhã!

 

Amanhã, sábado, 1 de abril, a partir das 16h, Rafael Coutinho conversa com o público da Itiban com mediação de Liber Paz. Após o bate-papo, a tradicional sessão de autógrafos.

Venha conversar com o Rafa sobre sua nova obra Mensur e um dos trocentos projetos que ele toca.

Apareeeeeeçaaaa!

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Chegou na Itiban

Novidades em quadrinhos, vem pra cá!

Vai ter lançamento sábado, hein?

Mensur, de Rafael Coutinho

Quadrinho português

Erzsébet, de Nunsky.

Quadrinho independente

Hotel Califórnia, de Cleber Augusto e Felipe Dias

HQ sobre síndrome de down

Não era você que eu esperava, de Fabien Toulmé

Supers

As mais Belas Fábulas: v.5 – Clamor pelo Glamour, Flash – A Guerra dos Gorilas, Vampiro Americano v. 06, Frankenstein – O Prometeu Moderno

Mangás

, Sherlock #1, Knights of Sidonia #9, My Hero Academia #2, Cavaleiros do Zodíaco – Sainta Sho #3, Btoom! #21, Blade #8, Blood Blockade Battlefront #7, FullMetal Alchimist #8, Seven Deadly Sins #22, Fort of Apocalypse #1, Ultraman #8, Freezing #30, To Love UR #10, Nigeru Otoko – O Homem que Foge

tem livro também

Os fuzis e as flechas – História de Sangue e Resistência Indígena na Ditadura, de Rubens Valente

A árvore generosa, de Shel Silverstein (tradução de Fernando Sabino)

Uma História do Samba – as origens, de Lira Neto

 

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Conversamos com Rafael Coutinho

Sábado tem lançamento do Rafael Coutinho aqui na Itiban, com bate-papo mediado pelo inenarrável Liber Paz. Já começamos um papo com o Rafa por email e o tema segue pro sábado. Venha participar dessa conversa e pegar seu autógrafo, dia 1 de abril, 16h.

Se liga na conversa até aqui:

Retrato de Rafael Coutinho. Foto: Carolina Vianna

ITIBAN: Conta pra gente sobre o que é Mensur e de onde veio a vontade de fazer esse quadrinho.

RAFAEL COUTINHO: É uma prática que ainda vigora em alguns países da Europa, e que vem lá do século XVI, na qual dois lutadores duelam em uma luta muito regrada e dura, com espadas, protegidos por uma roupa espessa distribuída em diversas partes do corpo. O objetivo é acertar o oponente no rosto, e a luta é também um teste de resistência e demonstração de virilidade. É mais um ritual de passagem do que uma luta propriamente dita, e em um segundo momento os lutadores também passam por um processo de sutura, e em ambos os momentos, tanto no duelo quando depois, ambos precisam não demonstrar nenhum sinal de dor ou de angústia.

A vontade veio quando li o livro O Cultivo do Ódio, do historiador Peter Gay, onde ele descreve, junto de outros registros e pesquisas sobre a expressão do ódio em praticas e dinâmicas sociais no século XIX na Europa. E coincidia com meu desejo pessoal de abordar o tema da violência, tanto simbólica quando literal, mexido por questões pessoais que me acompanhavam já há alguns anos sobre o assunto. Então decidi transpor a prática pro Brasil atual e construir o universo da história em volta de um grupo de amigos que teria praticado de forma amadora no interior de Minas Gerais e em que um garoto teria morrido. A história acabou se desenvolvendo em torno de um dos personagens, o Gringo, com o qual convivi intimamente nesses últimos sete anos.

O que levou mais tempo nesse processo de sete anos de trabalho com Mensur?

Acho que foi o miolo, o meio. Fiquei o primeiro ano só escrevendo e pesquisando. Escrevi sete, oito tratamentos, fiz muitas leituras com amigos e principalmente com o André Conti, meu editor durante o período em que fiz o livro.

Ao fim desse primeiro ano percebi que a história, que estava prevista pra ter mais ou menos 100 páginas, teria no mínimo 170, e havia muitos pontos em que os elementos não fechavam formalmente como eu achava que fechariam, e durante os próximos anos fui tendo que encaixar no meio de muitas outras funções que exerci, de trabalhos diversos e de mudanças drásticas na minha vida particular, como o nascimento dos meus dois filhos, mudança de casa etc. Passei a desenvolver uma relação com o livro de vida mesmo. Viver com o livro, deixar que ele se misturasse as minhas questões e mudanças, reentender ele sob o prisma desses acontecimentos, e renegociar com os personagens e a trama o que cederia e o que não cederia a tudo isso. De certa forma fui compreendendo melhor cada um deles, e me sentindo mais pronto pra abordar o projeto na profundidade que ele pedia.

 

Comparando com Cachalote e Beijo Adolescente, como você posiciona Mensur em sua produção?

Sinto que é um ponto de conclusão em um arco de acontecimentos e projetos que me nortearam nesses últimos dez anos. E que começou com minha decisão de fazer quadrinhos longos, profissionalmente, lá atrás, quando conheci o Galera. Antes disso vejo outro arco, onde estudei artes plásticas e produzi de uma forma muito livre junto de toda uma geração, quando conheci amigos de diversas áreas que me ajudaram a construir minha identidade como desenhista e quadrinista. O bom de ter distanciamento é ver que as escolhas estão todas conectadas e que há uma relação entre elas. Ainda não consigo ver com clareza o que é e o que significa fechar esse novo arco, mas sinto que concluí uma etapa e que preciso de um tempo pra abrir outra. Continuo trabalhando, mas darei um tempo dos livros grandes, preciso desse tempo agora.

 Então, além da promoção de Mensur, quais são os próximos passos?

Esse ano finalmente colocaremos pra andar um projeto de muitos anos do Angeli e do meu pai, a BAIACU, uma residência de quadrinhos que resultará em publicações impressas e digitais, um site com conteúdo desse processo, e um monte de ações relacionadas a essa empreitada. É um projeto muito importante pra gente e que acredito que será muito forte e importante pra todos. Ele resgata uma experiência que vem lá dos anos 80 deles, e é fruto desse desejo deles de fazer algo novo e forte novamente, e sou muito grato por fazer parte disso.

Farei também com o MIS aqui de SP a segunda edição da DES.GRÁFICA, projeto voltado para a experimentação nos quadrinhos, com feira, palestras e publicações.

É um ano de bastante estrada também, dando aula, palestras e participando de eventos. Participo de um programa maravilhoso do Sesc, em que eles convidam artistas pra darem cursos em unidades do Sesc mais afastadas das grandes capitais. Fiz o ano passado todo e foi muito importante pra mim, quero muito continuar com isso.

Continuo com os encontros com artistas e da produção em dupla, outra coisa que engatou ano passado de uma forma muito inesperada e que me dá muito prazer e me obriga a descobrir soluções novas o tempo todo. Farei uma agora com o pintor Pedro Ivo Verçosa, uma série grande de pequenas telas, pintando nudes de quem quiser se envolver.

Há outras frentes que também vêm do ano passado, e que conduzirei esse ano, como o site de pesquisa em publicações CMYX, que devo pegar com mais força esse ano também. E claro, sou desenhista, devo em algum momento retomar as atividades em projetos como ilustrador e artista plástico. Se der tempo, gostaria de retomar o raciocínio narrativo em histórias curtas, mas quero mesmo esse tempo pra me reciclar narrativamente.

 

Laerte e você deram um curso de desenho juntos. De que forma isso te faz pensar sobre seu próprio trabalho? Qual é o grande barato desse curso?

Ainda está rolando, dura dois meses. É algo que bolamos juntos e que nos trás muito material de reflexão, que nos tira do conforto das nossas linguagens e maneirismos gráficos. Além de ser um grupo de pessoas sempre muito interessante e plural, cada um com sua concepção de mundo, tentando entender desenho em suas próprias vidas, o coração da coisa é o modelo. Olhar pra ele, ver com detalhe, com calma, reaprender a olhar as coisas. É meio infinito esse papo, não sei se consigo resumir, mas foi com modelo vivo que mudei meu traço em três momentos bem cruciais pra mim, onde vi que tinha conseguido abrir novas portas e saídas. Fizemos três edições desse encontro, e isso sempre acontece – uma espécie de minicatarse importantíssima pra mim. Imagino que pro meu pai também, sei que é bem vital pra ele.

 Além de autor, você é um “agitador do meio”. Mesmo com o fim da Narval, você segue reunindo pessoas e desenvolvendo projetos. tem alguma coisa que esteja acontecendo/pra acontecer em 2017?

Mais do mesmo, cara. Não consigo me distanciar muito disso, é algo que me toca profundamente. Não consigo aceitar a mediocridade do nosso mercado, o que nos oferecem é muito pouco. Me refiro ao meio, ao mercado, ao mundo neoliberal, ao cosmos. Se posso mudar algo, vou continuar tentando, conversando com meus colegas, gente com quem desenvolvi um tipo muito profundo de conexão. Somos uma grande família mesmo, pro mal e pro bem. Só não dá pra aceitar festa de fim de ano sem presente, sinto muito. O presente tem que ser mudança estrutural, posicionamento ativo, mudança o tempo todo, pesquisa, estudo. Ser autor não é mais ficar sentado reclamando de editora, sendo pura e exclusivamente autor, isolado na torre de marfim da própria poética. Esse é um modelo antigo, e precisamos construir um novo, pra ontem.

 

Segue o baile.

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Lançamento de Mensur na Itiban

Anota aí: no dia 1 de abril, sábado, Rafael Coutinho chega na Itiban pra autografar seu novo lançamento Mensur e conversar com o público.

Veja o release abaixo:

LANÇAMENTO DE MENSUR, DE RAFAEL COUTINHO

No dia 1 de abril, sábado, às 16h, Rafael Coutinho, autor de Mensur, estará na Itiban Comic Shop para o lançamento de seu trabalho, bate-papo com o público e sessão de autógrafos.

 

Sobre o Autor

Rafael Coutinho é quadrinista, ilustrador, editor e artista plástico, que trabalha com diferentes suportes. Expõe desde 2007 na galeria Choque Cultural (SP), participou de coletâneas de quadrinhos, como Bang Bang (Devir) e Contos dos irmãos Grimm (Desiderata). Sua antiga editora, Narval Comix, publicou a coleção MIL (12 revistas mudas de 12 artistas), Gazarra (pôsteres quadrinhos) e a coleção FRANCA, além de diversos outros materiais. Coutinho já lançou Cachalote (Quadrinhos na Cia.) em parceria com Daniel Galera, Drink, e três números de O beijo adolescente. Foi indicado ao prêmio Jabuti de ilustração pelo seu trabalho em As surpreendentes aventuras do Barão de Munchausen (Cosac Naify). Lança este ano Mensur (Quadrinhos na Cia.).

 

Sobre a obra

 Mensur é uma luta de espada surgida na Europa no Século 15, praticada entre homens de fraternidades universitárias, que acabavam marcados com cicatrizes no rosto por conta do combate. Rafael Coutinho imagina as marcas, não apenas físicas, que uma comunidade de universitários brasileiros de mensur, por meio da história de Gringo, um dos últimos praticantes dessa arte, e de suas andanças por diversos estados do País. A arte cuidadosa de Coutinho faz um duelo de linhas e pontos pra emoldurar a busca de Gringo e marca a página de forma a lhe sugerir um movimento que é, ao mesmo tempo, uma luta que busca o sangue e uma dança que quer encantar.

 

Sobre o local do evento

A Itiban Comic Shop fica na rua Silva Jardim, 845, ao lado da UTFPR, em Curitiba. Mais informações com Mitie, no telefone (41) 3232-5367 ou pelo e-mail mitietaketani@gmail.com.

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Chegou na Itiban

Sim, mais gibi

Quadrinho de aventura supimpa

Hilda e o Troll, de Luke Pearson

Quadrinização do relato de uma menina perseguida pelo nazismo

O diário de Anne Frank em quadrinhos, de Mirella Spinelli

Outra Ugrito maneiríssima

Cadeado, de Juscelino Neco

Adaptações de contos de Ray Bradbury

Teatro das sombras, de Joe Hill, Neil Gaiman, Audrey Niffenegger, Sam Weller, Harlan Ellison, Dave Eggers, Charles Yu, Mort Castle e Alice Hoffman (roteiros), e Charles Paul Wilson III, Maria Fröhlich, Eddie Campbell, Mark Sexton, Matthew Don Smith, Christine Larsen, S L Gallant e Chris Evenhuis (artes).

O clássico caubói em cores

Tex em Cores #31

Muito gibi de super-herói

 

Batman #52, Batman & Robin Eterno #11, Thor #1, Nova Marvel # 4, Deadpool Extra #1 e #2, Deadpool clássico #3 e #4, Homem-Aranha: Aranhaverso  #8, Invencível Homem de Ferro # 2 e #3, Liga da Justiça #52, Velho Logan #6 e #7, Os vingadores #4, Universo DC #52, Lanterna verde #52, Superman #51, Academia Gotham – Final de temporada, Guardiões da galáxia – Ângela, Gotham – DPGC v.3: Sob suspeita, Infinito (Nova Marvel Deluxe), Star Wars – Skywalker ataca, LJA #9, X-men #2, Doutor estranho #3, Homem-aranha Deadpool #1, O espetacular Homem-aranha #4, Demolidor #12, Guardiões da galáxia #3, Esquadrão suicida #11, A sombra do Batman: Grayson Fora das Sombras #1, Arlequina #11, Batman Ano – A Era de Bronze #1, Juiz Dredd: Missionário, Mulher-Maravilha – Lendas do Universo DC George Pérez v.1

E muito mangá também

Tokyo Ghoul #10, Beelzebub #27, Akame Ga Kill #6, AraKawa Under the Bridge #5, Bleach #72, Uqholder #6, Magi #26, Pinóquio de Osamu Tezuka, Fairy Tail #57, Laços Proibidos (de Ahiru Okano), Ghost in the shell, Nijigahara Holograph (de Inio Asano), My Hero Academia #3, Zetman #16, Full Metal Alchemist #7,Terra Formars #16, Blame! #2, Corpse Party Another Party #2, Suicide Club, Cavaleiros Do Zodíaco – Kanzenban #2, Dragons Dogma Progress #1, Pokémon Red Green Blue #3, Lovely Complex #7, Blood Lad #15, Fate StayNight #15, Ataque dos Titãs #20, Tutor Hitman Reborn #42, Naruto Gold Edition #20, One Piece #66, Ore Monogatari #5, Pandora Hearts #6, Toriko #24, Slam Dunk #3, Vagabond #13, YoKai Watch #7, Quem é Sakamoto #1

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