Itiban na Gibicon 2 – Segundo dia

Roberval Machado

O público continua prestigiando a Gibicon. Talvez um número maior que o primeiro dia e constante ao longo do dia. Até o prefeito apareceu por lá. A organização do Muma tem cuidado para manter tudo funcionando sem problemas, inclusive na limpeza dos banheiros.

Com várias atividades ocorrendo simultaneamente fica difícil escolher o que acompanhar, mas por um lado isso é bom porque não concentra tudo mundo num único lugar. Entre um evento e outro ainda precisa encontrar tempo para visitar as exposições.

A palestra de David Lloyd foi uma das mais concorridas, bem como sua sessão de autógrafos que teve as senhas esgotadas rapidamente. Mas haverá duas sessões extras no sábado além daquela já programada.

As sessões de autógrafos às vezes demoram bastante e formam longas filas porque muitos artistas não se limitam a somente fazer uma dedicatória e sim um desenho bem elaborado. Os fãs agradecem.

Eduardo Risso desenha Coringa para fã

Eduardo Risso desenha Coringa para fã

No meio da tarde, Kim Jung Gi fez a primeira parte de sua performance numa das salas de exposição. Durante três dias ele irá desenhar um grande painel inspirado no que tem presenciado na cidade. Juntou muita gente para acompanhar o trabalho dele e era difícil chegar perto.

Performance de Kim Jung Gi

Performance de Kim Jung Gi

A Itiban continuou promovendo sessões contínuas de autógrafos, a maioria muito concorrida. Começou com Marcello Quintanilha que voltou ao Brasil para a Bienal do Livro em São Paulo e conseguiu emendar com a Gibicon. Sua obra Tungstênio tem tido bom reconhecimento de crítica e público.

Depois foi a vez de Chico Félix e Theo Szczpanski repetirem a mesa do primeiro dia e ainda ganharam uma consultoria de moda da Mitie.

Com uma fila subindo pela escada, Luís Felipe Garrocho e Eduardo Damasceno autografaram a Graphic MSP Bidu – Caminhos, além de Achados e Perdidos. No primeiro dia só Damasceno estava autografando, agora com a vinda de Garrocho muitas pessoas voltaram para completar os autógrafos do álbum.

Fila contornava o stand e subia a escada

Fila contornava o stand e subia a escada

Quem também teve uma nova sessão foi Davi Calil e de novo foi o destaque do dia. Agora o desenhista de Quaisqualigundum teve direito a cachaça e trilha sonora ao vivo com sambas de Adoniran Barbosa. Até Fábio Moon e Mitie caíram no samba.

Samba, cachaça e autógrafos

Samba, cachaça e autógrafos

Novamente teve fila subindo a escada na sessão do paraibano Shiko. As três obras que estava autografando, Piteco – Ingá, O Azul Indifirente do Sol e o lançamento Talvez Seja Mentira são bem diferentes entre si, mas todas de igual talento. Talvez Seja Mentira é uma pequena obra erótica, um livro sanfonado que vem numa caixa. O diferencial para quem foi pegar autógrafo dessa obra é que ganhava um cartão com um desenho exclusivo do Shiko.

Salvador Sanz não conseguiu atender a todos porque uma palestra junto Eduardo Risso sobre quadrinhos argentinos, mas ainda tem mais sessões programadas.

Para completar o time de artistas que autografaram no stand da Itiban, artistas originários de Curitiba deram o ar da graça: José Aguiar, André Ducci, Liber Paz e Lielson Zeni (o Paulo Betti das araucárias).

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